quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

SOBRE ENSONHAR - Carlos Castañeda

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— Vou ensinar a você o primeiro passo para o poder — disse Dom Juan, iniciando sua instrução sobre a arte de sonhar. — Vou ensinar como estabelecer o sonhar.

— O que significa estabelecer o sonhar?

Significa ter um comando preciso e prático sobre a situa­ção geral de um sonho. Por exemplo, você pode sonhar que está em sua sala de aula. Estabelecer o sonhar significa que você não deixa o sonho virar outra coisa. Você não salta da sala de aula para as montanhas, por exemplo. Em outras palavras, você controla a visão da sala de aula, e não deixa que ela desapareça enquanto você quiser.

— Mas é possível fazer isso?

— Claro que é possível. Esse controle não é diferente do controle que temos sobre qualquer situação em nossas vidas cotidianas. Os feiticeiros estão acostumados com ele e conse­guem-no sempre que desejem ou precisem. Para se acostumar com ele você deve começar a fazer uma coisa bastante simples. Esta noite, em seus sonhos, você deve olhar para as mãos.

Não falamos muito mais sobre isso na consciência de nosso mundo cotidiano. Em minhas recordações das experiências na segunda atenção, entretanto, descobri que tivemos uma troca mais do que extensiva. Por exemplo, eu expressei meus sentimentos sobre o absurdo da tarefa, e Dom Juan sugeriu que eu deveria encará-la em termos de uma busca divertida, em vez de solene e mórbida.

— Seja tão pesado quanto quiser ao falarmos sobre sonhar disse ele. — As explicações sempre pedem pensamentos profundos. Mas quando estiver sonhando, seja tão leve quanto uma pena. Sonhar tem de ser feito com integridade e seriedade, mas no meio de risos e com a confiança de quem não tem qualquer preocupação. Somente nessas condições nossos sonhos podem se transformar no sonhar.

Dom Juan me assegurou que havia escolhido aleatoriamente minhas mãos para que eu olhasse nos sonhos, e que seria válido olhar para qualquer outra coisa. O objetivo do exercício não era descobrir uma coisa específica, mas empenhar minha atenção sonhadora.

Dom Juan descreveu a atenção sonhadora como o controle que adquirimos sobre nossos sonhos depois de fixar o ponto de aglutinação em qualquer posicionamento novo para o qual ele tenha se deslocado durante os sonhos. Em termos mais gerais, ele chamava a atenção sonhadora de uma faceta incompreensível da consciência, que existe por si, esperando o momento de atraí-la, um momento em que lhe daremos um objetivo, uma faculdade oculta que todos nós temos em reserva, mas que nunca temos a oportunidade de usar.

As primeiras tentativas de procurar minhas mãos no sonho foram um fiasco. Depois de meses de esforços mal sucedidos desisti e reclamei de novo com Dom Juan sobre o absurdo dessa tarefa.

— Existem sete portões — ele disse em resposta. — E os sonhadores precisam abrir todos eles, um de cada vez. Você está diante do primeiro portão que precisa ser aberto caso deseje sonhar.

— Por que você não me disse isso antes?

— Teria sido inútil falar sobre os portões do sonhar antes de você bater de cabeça contra o primeiro. Agora você sabe que há um obstáculo e que precisa superá-lo.

Dom Juan explicou que há entradas e saídas no fluxo de energia do universo, e que no caso específico do sonhar há sete entradas experimentadas como obstáculos, que os feiticeiros cha­mam de sete portões do sonhar.

— O primeiro portão é o limiar que precisamos atravessar tornando-nos conscientes de uma sensação particular antes do sono profundo. Uma sensação como um peso agradável que não nos deixa abrir os olhos.

Chegamos a esse portão no instante em que nos conscientizamos de que estamos caindo no sono, suspen­sos na escuridão e na sensação de peso.

— Como me conscientizo de que estou caindo no sono? Existem etapas a seguir?

— Não. Não existem etapas a seguir. Só precisamos intentar que temos consciência de estar caindo no sono.

— Mas, como se intenta que estamos conscientes disso?

— É muito difícil se falar a respeito do intento. Eu, ou qualquer outra pessoa, pareceria idiota tentando explicar. Pense nisso quando ouvir o que tenho a dizerem seguida: simplesmente intentando, os feiticeiros intentam alguma coisa que os coloca no intento.

— Isso não significa nada, Dom Juan.

— Preste muita atenção. Algum dia vai ser sua vez de expli­car. A afirmação parece sem sentido porque você não a está colocando no contexto adequado. Como qualquer pessoa racional, você pensa que compreender está unicamente no âmbito da razão, de sua mente.

"Para os feiticeiros, como a afirmação que fiz tem a ver com o intento e com intentar, compreendê-la está no âmbito da energia. Os feiticeiros acreditam que, se intentarmos essa afirmação para o corpo energético, o corpo energético irá entendê-la em termos inteiramente diferentes dos termos da mente. O truque é buscar o corpo energético. Para isso você precisa de energia.

— Em que termos o corpo energético entenderia essa afirma­ção, Dom Juan?

— Em termos de um sentimento corporal, o que é difícil de descrever. Você precisa experimentar, para saber o que estou dizendo.

(...)


— Onde nós estávamos, Dom Juan? perguntei. — Foi um sonho? Um estado hipnótico?

— Não foi um sonho — ele respondeu. — Foi o sonhar. Ajudei-o a alcançar a segunda atenção, para que você compreen­desse o intento, não como um tema para o seu raciocínio, mas para seu corpo energético.
"Nesse ponto você ainda não pode compreender a importân­cia disso tudo, não só porque não tem energia suficiente, mas também porque não está intentando nada. Se estivesse, seu corpo energético compreenderia de imediato que o único modo de intentar é concentrando seu intento naquilo que você deseja inten­tar. Dessa vez concentrei-o, para você, em alcançar seu corpo energético.

— O objetivo de sonhar é intentar o corpo energético? — perguntei, subitamente com o poder de um raciocínio estranho.

— Pode-se colocar desse modo — ele disse. — Neste caso em especial, já que estamos falando sobre o primeiro portão do sonhar, o objetivo de sonhar é intentar que o seu corpo energético torne-se consciente de que você está caindo no sono. Deixe seu corpo energético fazê-lo. Intentar é desejar sem desejar, fazer sem fazer.

Aceite o desafio de intentar — prosseguiu ele. — Empenhe sua determinação silenciosa, sem qualquer pensamento, em con­vencer-se de que alcançou o corpo energético e de que é um sonhador. Isso irá automaticamente colocá-lo na posição de estar consciente de que está caindo no sono.

— Como posso me convencer de que sou um sonhador, quando não sou?

— Quando você ouve que precisa se convencer, imediata­mente se torna mais racional. Como pode se convencer de que é um sonhador quando sabe que não é? Intentar é as duas coisas: o ato de convencer a si próprio de que é de fato um sonhador, apesar de nunca ter sonhado antes, e o ato de ficar convencido.

— Então eu tenho de dizer a mim mesmo que sou um sonhador e tentar o máximo possível acreditar nisso?

— Não. Intentar é muito mais simples e, ao mesmo tempo, infinitamente mais complexo do que isso. Exige imaginação, disciplina e objetivo. Neste caso, intentar significa que você obtém um conhecimento inquestionavelmente corporal de que é um sonhador. Você sente que é um sonhador com todas as células do corpo.

Dom Juan acrescentou num tom jocoso que ele não tinha energia suficiente para me fazer outro empréstimo para o intento, e que a coisa a fazer era buscar sozinho meu corpo energético. Assegurou-me que intentar o primeiro portão do sonhar era um dos meios descobertos pelos feiticeiros da Antigüidade para chegar à segunda atenção e ao corpo energético.

Depois de dizer isso ele praticamente me expulsou de sua casa, ordenando que eu não voltasse até ter intentado o primeiro portão do sonhar.

Voltei para casa. E todas as noites, durante meses, fui dormir intentando com toda a força me conscientizar de que estava caindo no sono e ver minhas mãos nos sonhos. A outra parte da tarefa, convencer-me de que era um sonhador e que havia alcançado o corpo energético, era totalmente impossível.

Então, numa tarde enquanto cochilava, sonhei que estava olhando para minhas mãos. O choque bastou para me acordar. Aquele se mostrou um sonho especial que não pôde ser repetido. Passaram-se semanas e fui incapaz de me conscientizar de que estava caindo no sono ou de encontrar minhas mãos. Comecei a perceber, entretanto, que estava tendo em meus sonhos um vago sentimento de algo que eu deveria ter feito, mas que não conseguia recordar o que fosse. Esse sentimento ficou tão forte a ponto de me acordar constantemente durante a noite.

Quando contei a Dom Juan sobre minhas tentativas fúteis de atravessar o primeiro portão do sonhar, ele me deu algumas diretrizes.

— Pedir que um sonhador encontre um determinado item em seus sonhos é um subterfúgio — disse ele. — A verdadeira questão é conscientizar-se de que está caindo no sono. E, por mais estranho que possa parecer, isso não acontece ordenando-se a ficar cons­ciente de estar caindo no sono, e sim mantendo a visão da coisa que se está procurando no sono.

Disse-me que os sonhadores olham rápida e deliberadamente tudo que está no sonho. Se concentram sua atenção em algo específico, é apenas como um ponto de partida. A partir dali, os sonhadores passam a olhar outros itens do conteúdo do sonho, voltando ao ponto de partida quantas vezes for possível.

Depois de grande esforço realmente encontrei mãos em meu sonho, mas nunca eram minhas. Eram mãos que apenas pareciam me pertencer; mãos que mudavam de forma, tornando-se às vezes quase um pesadelo. Mas o resto do conteúdo dos sonhos estava sempre agradavelmente fixo. Eu quase podia sustentar a visão de qualquer coisa em que focalizasse minha atenção.

A coisa prosseguiu assim durante quatro meses, até um dia em que minha capacidade de sonhar mudou aparentemente por si própria. Eu não tinha feito nada de especial, apesar da determina­ção constante de me conscientizar de que estava caindo no sono e de encontrar minhas mãos.
Sonhei que estava visitando a cidade onde nasci. Não que a cidade com a qual sonhava se parecesse com aquela onde nasci, mas de algum modo eu tinha a convicção de que era. Tudo começou como um sonho comum, porém bastante vívido. Então a luz do sonho mudou. As imagens tornaram-se mais nítidas. A rua onde eu andava tornou-se notavelmente mais real do que um momento antes. Meus pés começaram a doer. Pude sentir que as coisas eram absurdamente duras. Por exemplo, ao bater contra uma porta, não somente experimentei a dor no joelho que bateu como também fiquei furioso por minha falta de jeito.

Caminhei realisticamente por aquela cidade até ficar exausto. Vi tudo que poderia ver se fosse um turista andando pelas ruas de uma cidade. E não havia qualquer diferença entre aquela cami­nhada onírica e as caminhadas que eu dava numa cidade que visitava pela primeira vez.

— Acho que você foi um pouquinho longe demais — Dom Juan disse depois de ouvir meu relato. — Só era necessária a sua consciência de estar caindo no sono. O que você fez é equivalente a derrubar uma parede só para esmagar um mosquito pousado nela.

— Quer dizer, Dom Juan, que eu fiz besteira?

— Não. Mas aparentemente você está tentando repetir algo que fez antes. Quando fiz seu ponto de aglutinação mudar, e nós terminamos naquela cidade misteriosa, você não estava dormindo. Estava sonhando, mas não dormindo. Isso quer dizer que seu ponto de aglutinação não alcançou aquele posicionamento através de um sonho normal. Eu forcei-o a se deslocar.

Você certamente pode alcançar a mesma posição através de um sonho, mas eu não aconselharia isso, por enquanto.

— É perigoso?

— E como! Sonhar tem que ser uma coisa muito sóbria. Não é possível se dar ao luxo de qualquer movimento em falso. Sonhar é um processo de despertar, de obter controle. Nossa atenção sonhadora deve ser sistematicamente exercitada, porque ela é a porta para a segunda atenção.

— Qual é a diferença entre a atenção sonhadora e a segunda atenção?

— A segunda atenção é como um oceano, e a atenção sonha­dora é como um rio que deságua nela. A segunda atenção é estar consciente de mundos inteiros, tão totais quanto o nosso, ao passo que a atenção sonhadora é estar consciente dos itens de nossos sonhos.

Ele enfatizou que a atenção sonhadora é a chave para cada movimento no mundo dos feiticeiros. Disse que entre a imensidão de itens de nossos sonhos existem interferências energéticas reais; coisas que foram postas em nossos sonhos por uma força estranha. Poder encontrá-las e segui-las é feitiçaria.

A ênfase que ele pôs naquelas afirmações foi tamanha que tive de pedir-lhe para explicar. Ele hesitou por um instante antes de responder.

— Os sonhos são, se não uma porta, um alçapão para outros mundos. Assim, os sonhos são vias de duas mãos. Por esse alçapão nossa consciência atravessa para outros reinos; e esses outros reinos mandam batedores para nossos sonhos.

— O que são esses batedores?

— Cargas de energia que se misturam aos itens de nossos sonhos normais. São fluxos de energia estranha que entram em nossos sonhos, e que nós interpretamos como itens familiares ou desconhecidos.

— Desculpe, Dom Juan, mas não consigo achar pé nem cabeça na sua explicação.

— Não consegue porque insiste em pensar nos sonhos em termos que você conhece: como aquilo que acontece conosco durante o sono. E estou insistindo em dar outra versão: o sonho é uma abertura para outras esferas de percepção. Através desse alçapão entram correntes de energias estranhas. A mente — ou o cérebro — capta essas correntes de energias e transforma em partes dos nossos sonhos.

Parou, obviamente para dar à minha mente tempo de absorver o que dizia.

— Os feiticeiros têm consciência dessas correntes de energia estranha — continuou. — Eles percebem-nas e tentam isolá-las dos itens normais de seus sonhos.

— Por que eles as isolam, Dom Juan?

— Porque elas vêm de outras esferas. Se as seguirmos até suas fontes, elas servirão como guias para áreas de um mistério tão grande que os feiticeiros estremecem à simples menção dessa possibilidade.

— Como os feiticeiros as isolam dos itens normais dos seus sonhos?

— Através do exercício e do controle de sua atenção sonha­dora. Num momento, nossa atenção sonhadora as descobre entre os itens de um sonho, concentra-se nelas e então todo o sonho se desmorona, deixando apenas a energia estranha.

Dom Juan se recusou a levar o tema adiante. Voltou a discutir minha experiência e disse que, no todo, tinha de ver meu sonho como minha primeira tentativa genuína, e que isso significava que eu conseguira alcançar o primeiro portão do sonhar.

Em outra discussão, numa outra época, ele trouxe abrupta­mente o assunto de volta. Disse:

— Vou repetir o que você deve fazer em seu sonho para atravessar o primeiro portão do sonhar. Primeiro deve focalizar sua vista em qualquer coisa que você escolha como ponto de partida. Em seguida vire-se para outros itens e dê olhadas breves. Focalize seu olhar no máximo de coisas que puder. Lembre-sede que, se você olhar rapidamente, as imagens não mudam. Em seguida volte para o item original, o primeiro para o qual você olhou.

— O que significa passar o primeiro portão do sonhar?

— Alcançamos o primeiro portão do sonhar ficando cons­cientes de que estamos caindo no sono ou tendo, como você teve, um sonho gigantescamente real. Depois de termos alcançado o portão, devemos atravessá-lo podendo manter a visão de qualquer item do sonho.

— Eu quase posso olhar fixo para os itens de meus sonhos, mas eles se dissipam muito rápido.

— É precisamente isso que estou tentando dizer. Para com­pensar a qualidade evanescente dos sonhos, os feiticeiros inven­taram o uso do item ponto de partida. Toda vez que você o isola e olha para ele, recebe um jorro de energia, de modo que no princípio não olhe muitas coisas em seus sonhos. Quatro itens já bastam. Mais tarde você pode alargar o alcance até poder abarcar tudo que quiser, mas assim que as imagens começarem a mudar e você sentir que está perdendo o controle, volte para o item ponto de partida e comece tudo de novo.

— Você acredita que eu realmente cheguei ao primeiro por­tão do sonhar Dom Juan?

— Chegou, e isso já é muito. Você vai descobrir, enquanto prossegue, como vai ser fácil sonhar agora.

Achei que Dom Juan estava exagerando ou me dando incen­tivo. Mas ele me assegurou que não.

— A coisa mais espantosa que acontece com os sonhadores disse ele — é que, ao chegar ao primeiro portão, também chegam ao corpo energético.

— O que, exatamente, e o corpo energético?

— É a contrapartida do corpo físico. Uma configuração fantasmagórica feita de pura energia.

— Mas o corpo físico não é feito também de energia?

— Claro que é. A diferença é que o corpo energético tem apenas aparência, não tem massa. Como é energia pura, ele pode realizar atos além das possibilidades do corpo físico.

— Como o que, por exemplo?

— Como se transportar num instante até os confins do uni­verso. E sonhar é a arte de afinar o corpo energético, de torná-lo flexível e coerente através do exercício gradual.

Através do sonhar condensamos o corpo energético até que ele se torne uma unidade capaz de perceber. Sua percepção, apesar de afetada por nosso modo normal de perceber o mundo cotidiano, é independente. Tem sua própria esfera.

— O que é essa esfera, Dom Juan?

— Essa esfera é a energia. O corpo energético lida com energia em termos de energia. Existem três modos através dos quais ele lida com a energia nos sonhos. Ele pode perceber a energia enquanto ela flui, pode usar a energia para lançar-se como um foguete até áreas inesperadas, ou pode perceber como perce­bemos comumente o mundo.
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Fonte: A Arte do Sonhar, Carlos Castaneda
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33 comentários:

Rapha disse...

tive muitos sonhos onde percebi que eu sonhava.um deles. sonhei com um camarada de pele negra que se parece muito com um colega ator que eu conheço e as sua presença no sonho me era igualzinha a de um preto velho mas o cara era jovem. ele me disse:
-que as portas do bom caminho se abram pra ocê.
olhava nos meus olhos com um poder encantado que até me arrepiou.
este é um deles e amanhã escrevo outro. mas não "entendi" nada deste sonho.

jholland disse...

É difícil dizer onde acaba um sonho do "tipo comum" e começa um sonho especial (espiritual, por exemplo). Se tiver sido desse segundo tipo, com certeza vc terá (se é q já não teve...) outras experiências singulares, oníricas ou não. A exploração dos sonhos é uma porta de entrada para o infinito !
Da minha parte, te adianto que estou preparando uma tradução de um capítulo do livro do D. Scott Robo - acerca da relação entre Sonhos Lúcidos e Projeção Astral -a ser postada neste Blog.

Mande logo seus sonhos !

Abraços !

Rapha disse...

sonhei que uma menina por quem eu me enamorei um pouquinho estava saindo com um grupo de pessoas e de dentro da casa de uma pessoa que muito provavelmente elas n'ao se falariam, mas oque me chamou muito a atenc'ao foi ela estar de cal;a jeans, coisa que n'ao tem nada haver com ela. nos olhamos nos olhos e o clima era serio...muito curioso.
e tamb]em sonhei a poucos dias que uma voz bem clara dizia meu nome para eu acordar logo pela manh'a. quis identificar a voz mas n'ao consegui. estou indo dormir, e pelos sonhos desta noite eu me reabastecerei para escrever amanha...
que os bons deuses oniricos me levem aos melhores e necess]ario sonhos que preciso ter.
ficamos a ver!
At]e!

Rapha disse...

Ja sonhei assim algumas com este acontecimento e ficou claro muitas que se tratava de um sonho meu. Eu de repente sentia uma leveza e come;ava a voar. Primeiro so subia na horizontal e depois ia pra frente…com uma leveza e um sentimento excelente de poder e liberdade. A sensa;’ao era absolutamente de n’ao precisar de mais nada para estar vivo a n’ao ser voa mesmo, mas em um momento do v”oo vinha um pensamento: como irei descer? Dai eu parava no ar e n’ao conseguia mais me levelocomover. Nas primeiras vezes descia duma vez e me chocava contra o ch’ao depois de algumas vezes mais ter sonhado assim eu conseguia controlar a descida. E isto. Agora pela manha de amanha vou deixar um bloco de notas ao meu lado e assim que acordar vou escrever logo, pois muitos dos meus sonhos tamb[em s’ao so sensacionais ou sentimentais sem imagens racionalizadas que possa caber nesta ou noutra gramatica. E os erros ortograficos alem de mim veem do meu teclado atual que eu n;ao sei ainda formatar.
At[e amanha e bon[issimos sonhos lucidos para todos n[os!
beijo

jholland disse...

Muito interessante ! Muito interessante ! Manter um diário de sonhos é tb uma excelente idéia. Ontem mesmo liguei a luz à noite p/ escrever alguns insights meditativos-oníricos. Isso tem me permitido avançar. Continue escrevendo suas experiências. Poderemos até copiár algumas idéias e/ou relatos de sonhos lúcidos e colocar no formato de postagem.
Abs !

Rapha disse...

sonhei com uma sensação. um sentimento muitíssimo bom que me fez sonanbolicamente levantar-me da cama e sentir um extase que me deu a sensação de suspensão e alegria muito fortes. acordei em pé com os braços abertos como se fosse cheio de generosida, liberdade e alegria abraçar alguém. Demais! Foi um sonho um fluxo sabe? Mas sem imagens e só um baita sentido me assaltou.
Até mais sonhos!

Rapha disse...

esta noite tive um sonho com a cachorra de um amigo meu mijando na cama onde eu dormi de ontem pra hoje. percebi nitidamente agora que no momento do sonho eu não tive a lucidez de saber que eu sonhava... e noto que é bem diferente o sonho quando sei que estou sonhando... Quando sei que estou sonhando sinto-me grande com uma sensação de infinito talvez.
Onirico vou indo...até amanhã.
á! foi me reveladora a frase:"a vigília torna-se mais onirica e os sonhos mais lúcidos."

Rapha disse...

ontem sonhei com as pessoas que vi pela noite, mas n'ao sei o que houve, n]ao foi lucido o sonho... mas assim que acordei percebi de imediato a nao lucidez...uma coisa estranha. n'ao sei. A vida real fica parecendo sonho mediante aos meus pensamentos incessantes por um sentido da vida perante os *sentidos* que estou buscando neste sonhar... Fico muito agradecido pelo espaco para vas'ao dessas coisas t[ao t]ao intrinsecas. Mais. Percebi claramente que meditar ante o sono melhora muito a sua qualidade.
Amor a todos nos oniricos!

Rapha disse...

Estou tendo mais sonhos mas, n'ao est'ao sendo nenhum pouco l'ucidos. Engracado. Antes de pensar nesse termo eu tinha mais lucidez nos sonhos. Mas essa noite sonhei que estava num lindo hotel onde havia a festa de uma revista de mulheres peladas. Lembro-me que neste sonho bem como tantos outros que tive, *nem em sonho* percebi que estive sonhando, era uma realidade. Foi como uma experi"encia de se estar de vig'ilia mesmo. Mas algo vem me deixando mais tranquilo nesta busca.
At'e!

Rapha disse...

Meus sonhos estão cada vez menos lúcidos eu acho.Esta noite sonhei que estava num show, no palco do show fazendo sei lá oque e uma amiga minha beija um cara na pista... mas nem de longe percebi que ensonhava-me...continuo...
Beijos e até amanhã.

Rapha disse...

Esta noite sonhei que voava dentro de uma sala de aula e s[o um amigo meu conseguia ver eu voando, o interessante e que este amigo eu nao o vi antes mas senti absolutamente que ele ja era um conhecido meu a faz muito tempo.nao sei se foi lucido, mas nao tive razao guiando meu sonho foi um sentido puro que me fez voar, nao me chamou nem um pouco a atencao das pessoas nao me verem voando. a sala estava cheia. meu amigo estava bem e este sonhe mas outros que tive pareceram muito reais de sentimento bom assim de alegrar-me sem interesse ou expectativas e outras cenas e outros sonhos pareceram muito o dia que tive hoje, cenas muito parecidas acompanharam o meu dia. sonhos e mais sonhos at[e eu chegar na realidade das realidades. Entrego-me a minha ignorancia. n'ao faco a minima porque estou intersendo-me com estas ideias de sonhos lucidos,,, nao sei mesmo mas algo em-mim diz VAI!
FUI!

Rapha disse...

Sonhei com uma ex namorarda. Ela deixava o filho dela comigo no meu trabalho. Ele gostava muito de mim. Esta foi a grande sensacao do sonho. Senti-me tranquilo e seguro por ela confiar-me o filho dela aos meus cuidados, ainda que tenha ficado claro no sonho que nos n'ao estavamos mais juntos enamorados. Me pergunto se ela sentiu algo no momento deste sonho? De repente e cada vez com mais forca sinto que os pensamentos que eu venho cultivando dentro de mim sao muito mais poderosos que aqueles ditos pela minha boca, pelo menos em muitas ocasioes. E debrucar-me nos meus sonhos esta me deixando mais fluido... Onirico. Agora sobre a lucidez e maturidade onirica nao faco a minima ideia do que me esteja acontecendo.
Entrego-me aos bracos e abracos de Morfeu!
Boa Vigilia e Bons Sonhos a todos!

Rapha disse...

nao sonhei, se sonhei nao tenho nada na memoria para relatar. Mas acordei com uma otima sensacao de ter dormido muito bem. Levantei-me disposto senti-me bem e energizado. Tem algo acontecendo em-mim. E o melhor. Nao estou buscando racionalizar essa experiencia. Pelo menos nao tanto como antes. Sinto. Ha algo maior em movimento.
Aos Bracos de Morfeu vou-me!
FUI!
At[e amanha!
LUZ!

Rapha disse...

Não sonhei novamente. Pelo menos não me lembro. Estranho. O que está acontecendo Morfeu?
Até!

Rapha disse...

uma menina loira e casada talvez comigo apareceu à minha frente ao lado direito, um homem estava à sua frente e fico me sentindo cada vez melhor com esses relatos. Tenho sentido-me mais disposto e tranquilo. Meus sonhos também apesar de eu achar que eles não devem ser lúcidos estão ficando mais harmoniosos, talvez. Desejo boa noite a todos!
Morfeu me leve em teus Braços!
Abraços
Amor

Rapha disse...

que estranho n'ao lembro dos sonhos desta noite. sinto que os tive e que me foram bons e tranquilos mas n'ao habitam a minha memo'ria de resgate aqui atual.
Bom,
Sono.
Morfeu venha a mim!

Rapha disse...

Sem sonhos. O que ha? Pouco importa. Mergulho.
Ate amanha.
Mas sinto minha energia cada vez melhor.
AUM

Célia H Barcellos disse...

Oi Rapha,


O jholland viajou, por isso ainda não está respondendo seus comentários.

Abraços,
Célia

Rapha disse...

Tudo bem. Isto de relatar meus sonhos tá que é um Sonho. Mas sinto que devo ler e meditar mais para entranhar na Coisa. Sonhei que um amigo de um amigo estava cego e com uma aparência de ancião e tb que um conhecido meu iria fechar os olhos mortais. Mas na hora do sonho não sabia que estava sonhando, mas quando encontrei o conhecido senti o sonho, e o lembrei. Esquisito.
Morfeu sou teu!
até!

Rapha disse...

Interessante. Ontem falei comigo mesmo no dormir e senti uma nuance entre essas coisas que falam por ai ser corpo e alma. Enquanto dormia senti que o meu corpo fazia parte de mim, mas sem uma divis'ao e sim como se eu houvesse esquecido alguma coisa, me perguntava o que era o que estava acontecendo. Parecia que eu queria encontrar algo e fica me perguntando e sabendo que sonhava, o que esta acontecendo e tentava me mexer mas n'ao conseguia. Ja senti algo parecido antes, porem antes eu tinha medo, ontem fiquei tranquilo e curioso pelo que esta por vir.
Boa noite.
Amor a todos os nossos sonhos e LUZ!

Rapha disse...

Sonhei que o meu celular virara um carro so com o poder do meu pensamento e tambem; que o meu corpo queria agarrar DEUS. Acordei no meio da noite num pulo tentando abracar DEUS ou algo dessa sutileza que me deixa sempre interessado num sentido de desejo maior que todas as outras vontades que sinto.
Bons sonhos!
Ate!

Rapha disse...

O que esta acontecendo com meus sonhos nao sei mesmo mas estou cada vez mais ligado numa sintonia. Sintonia. Coisa fina. Um poder rejuvenescedor. Silencioso. Deixando o corpo mais denso e vaporoso, ocorre um levar-se flutuante. Vaporoso mesmo. Agora. Inclusive, sinto que estou no caminho certo ainda que nao esteja ocorrendo de eu ter experiencias identicas do Castanheda. Sabe quando sentimos o coracao? Fluir.
*a exploracao dos sonhos e uma porta de entrada para o infinito*
Luz aos meus nossos sonhos.
Amor absoluto a Alegria do Desconhecido.
Abraco Morfeu!

Rapha disse...

senti que tive um sono profundo. só. muito bom. inexplicável.
Morfeu
Até

Rapha disse...

hoje não me lembro de nenhum sonho. Mas continuo entregando-me à lucidez dos sonhos. mas sinto que se comparado a ontem, hoje eu não tive um sono profundo, coisas me perturbaram o sono, mas não se formaram em imagens inteligíveis.

até

jholland disse...

Salve Rapha !

Como disse a Célia, estava viajando. Somente hj tive a oportunidade de ler tosas as suas colaborações. Muito interessante ! Há muitas coisas que poderiam ser ditas, mas o melhor intérprete é mesmo vc !
Só não ficou claro p/ mim se os sonhos que vc relatou são, em sua maioria, lúcidos (ainda que essa lucidez possa se apresentar em infinitas nuances). Nosso amigo Otávio Aquino cunhou a excelente expressão "maturidade onírica". Penso que essa maturidade (que evidentemente não é apenas onírica) é um prenúncio ou estágio imediatamente anterior à lucidez plena. No seu caso, parece-me evidente estar operando, nomínimo, um processo de aumento dessa maturidade onírica que, por vezes, desencadeia a lucidez plena. Estarei certo ?
Ainda em relação a isso, pretendo desenvolver um pequeno texto complementar ao do Octávio Aquino, com uma leve tonalidade budista. Trata-se do seguinte: tomando-se a idéia do Aquino como ponto de partida, creio que os sonhos poderiam ser esquematicamente dividos em: 1) sonhos comuns, onde a lucidez é mínima ou próxima de zero. Aqui, temos os "sonhos cármicos", em que o sonhador encontra-se submetido plenamente aos seus condicionamentos (ação-reação; causa-efeito etc). Geralmente, esses sonhos apresentam ao Ego-onírico um problema e este simplesmente reage a ele; 2) sonhos em que há maturidade onírica: nestes, a ação-provocação se apresenta ao ego-onírico, porém o sonhador já reage de maneira menos condicionada, mais refletida, menos apegada aos seus condicionamentos mundanos. Para mim, a maturidade onírica poderia ser considerada como geração de carmas positivos. Ou seja, o sonhador opera uma espécie de transformação íntima, quando o problema se converte numa solução; há uma recusa em obecer aos condicionamentos egóico-grosseiros (por exemplo, alguém te persegue, e vc, ao invés de simplesmente fugir, resolve se reconciliar com o atacante, ou a ignorá-lo etc); 3) a lucidez onírica, onde o carma é superado: o sonhador percebe tratar-se de um sonho, "supera o cenário onírico" todo. Assim, se no tipo (2), estamos diante de sonhos geradores de carmas positivos, no tipo (3), haveria a superação do carma. Desnessário lembrar que isso corresponde aos estados de consciência como um todo (ou seja, tanto no sono, como na vigília), pois não há uma fronteira nítida entre consciência onírica e vigília.
Abraços !

Rapha disse...

lembro de ter tido muitissimos sonhos nesta noite mas so um deles durou um tempo razoavel, com uma sensacao de nao ser sonho mas eu nao tinha consciencia de estar sonhando.
ate

Rapha disse...

Salve!
Estou sem saber se estou sonhando lucidamente ou nao. tambem nao estou muito preocupado com isso, pois estou sentindo uma constancia em mim, e agora depois de alguma pratica sem tecnicas bem definidas, vou ler melhor os textos do blog e praticar com mais meticulosidade esta arte.
Brigado Jholand!
Este vosso blog e maravilhoso!
Ate

Rapha disse...

tenho praticado algumas técnicas do própio blog e lembro-me que antes de ler este blog eu tinha sonhos onde eu sabia que estava sonhando...e agora isso tem acontecido pouco ou de uma maneira diferente. por isso parei de escrever diariamente... mas vamos em frente e para todos os lados.
abraço

jholland disse...

Quais técnicas vc praticou ?
Creio que o mais importante é vc próprio avaliar o que é melhor e mas adequado p/ vc. As técnicas são, claro, apenas sugestões, nós mesmos não fizemos um juízo crítico prévio muito rigoroso ao postá-las no Blog. Isso porque a idéia do Blog é ser uma espécie de portal onde o praticante ou mesmo o simples curioso possa obter a mais completa informação sobre o tema.
Entretanto, gostaria de aproveitar "o gancho" para colocar uma coisa que tenho amadurecido ultimamente: a chave p/ o Sonho Lúcido é o sentimento (ou sensação) de liberdade plena. Esse sentimento/sensação deve ser cultivado na vigília, no estado pré-sonho (estado hipnagógico), na meditação (esse sentimento é,ele próprio, um estado meditativo) e nos sonhos (sonhos lúcidos). Penso que se o praticante recebe uma dica ou informação e recepciona isso sob forma de um roteiro, poderá haver uma interpretação errônea, ainda que inconsciente, ocasionando uma perda da liberdade. Isso poderia eventualmente prejucar a própria prática - que tem por essência a liberdade total do praticante frente a todas as vicissitudes da vida e da morte.
Abraços !

Rapha disse...

desculpa a demora em responder.estive engendrado no trabalho... mas utilizei as praticas de escrever no papel meus sonhos logo ao acordar e entre outras fazer um mantra dizendo que repetindo umas cem vezes " esta noite eu terei sonhos lucidos"... comecei a me distanciar da leveza meditativa com essas tecnicas, dai resolvi relaxar um pouco e agora sinto que independente deu lembrar ou n'ao que estou sonhando fico mais fluido sabe? vamos indo... vivendo-morrendo ate a iluminacao.
Abracos e boas noites!
a! para ser mais claro, as tecnicas que utilizei estao no curso sobre ensonhar, est'ao em espanhol sabe?

geronimo disse...

Que oportuno achar este tópico, e ainda mais tendo sido escrito recentemente. Digo isto porque é ótimo ter como comentar meu sonho com pessoas que conhecem o livro, ou este trecho, ao menos.

Bom, eu já havia lido este livro do Castañeda, faz alguns anos, e comecei a reler ele este ano (isto lá por janeiro), sem nenhuma finalidade, apenas pelo hábito da leitura e por ter gostado do livro da primeira vez que li (costumo reler livros que gosto).

Pois agora, 6 ou 7 meses depois da "releitura", tive um sonho exatamente na noite de hoje. Dormi sentado na minha poltrona que uso junto ao PC. O sonho começou e eu estava caminhando numa rua da cidade em que vivo (não é a mesma em que eu nasci)...relato isto porque também raramente meus sonhos se passam na cidade onde vivo, apesar de eu morar aqui há 10 anos. A maioria dos meus sonhos passam-se na minha cidade natal.

Bem, estava nesta rua, era noite, a rua estava perfeitasmente condizente com a realidade. Olhei em volta e pensei: vou voar. Com 4 ou 5 passadas largas, começo a voar. Esclareço que não é raro para mim "controlar" os meus sonhos, e isto inclui voar, (apesar de que após "iniciado o vôo, o controle do mesmo não é 100%), mas também não é comum...ocorre em poucas vezes estas decisões de voar.

Bem, voei e a região da cidade que eu sonhei "no solo", mesmo de cima mantinha a coerência com a realidade (um prédio alto e conhecido por mim, continuava por lá, só que agora visto quase de cima).

Em "tempo real", devo ter voado uns 10 segundos, quando lembrei-me (não faço a menor idea de por que lembrei disso justamente hoje) que poderia tentar ver minhas mãos, conforme descrito no livro de Casteñeda.

Como disse antes, não sou exatamente um iniciante na "mania" de controlar sonhos, mas meus braços estavam ao longo do corpo no "vôo", então eu teria que traze-los para cima a fim de colocar as mãos em frente ao rosto. Foi o maior esforço mental que já fiz em um sonho, beirando o dolorido.

Quando finalmente consegui, minhas mãos não eram exatamente como as conheço. Eram pretas (sou branco, mas não é de cor de pele que falo)..eram pretas como a cor preta mesmo, breu, e meio que "etéreas"..as extremidades se dissolviam com os movimentos, mas sempre retornavam ao formato de uma mão (sem unhas, anéis, pêlos, etc)....apenas o formato era de uma mão. Não vi meus braços.

Nisso a minha namorada (que estava acordada assistindo TV) ouviu eu dar uma espécie de ganido e me acordou (achou que eu estava tendo um pesadelo).

Confeso que me assustei um pouco durante a "visão" das minhas mãos, mas até aquele momento eu tinha controle do sonho.

Sou uma pessoa extremamente cética, mas como sempre controlei alguns de meus sonhos, isto desde a infância, nunca me pareceu nenhum absurdo manter técnicas de controle.

Fisicamente, acordei com o couro cabeludo arrepiado e com uma leve dor de cabeça na região acima da nuca.

Ainda não dormi de novo, faço o relato em primeira mão, principalmente como troca de experiência, mas se algo do tipo ocorrer nos próximos sonhos, volto a relatar aqui.

Cordial saudação a todos.

jholland disse...

Oi Gerônimo,

Vou deixar p/ a Célia comentar, pois ela conhece bem o Castañeda e eu, ao contrário, quase nada (minhas referências são outras...) !

Obrigado por participar do Blog !

Abs

Célia H Barcellos disse...

Olá! Gerõnimo

Só agora percebi sua postagem.

Bem, o controle do sonho é importante para CC (significa que o ponto de aglutinação não está oscilando a esmo, que vc pode mudá-lo e mantê-lo em outra dimensão conforme sua determinação), então parece que vc tem o principal: conciência e vontade fortalecidas.

Continue assim!
Abraços,
Célia